Abusado e nervoso, Edmar nega participação nas mortes de pastora e prima em Conquista; ouça e assista

27 janeiro 12:39 2016 Imprimir esta notícia

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No início da noite desta terça-feira, dia 26 de janeiro, chegou na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, pra ser ouvido pela Polícia Civil,  Edmar Santos Brito, de 37 anos, acusado de ter encomendado o sequestro seguido de morte da pastora e professora universitária Marcilene Oliveira Sampaio e de sua prima, Ana Cristina Sampaio, crimes ocorridos numa área rural que dá acesso ao município de Barra do Choça. O marido da religiosa, Carlos Eduardo, que também é pastor, iria ser morto, mas conseguiu escapar do veículo em que era conduzido por uma dos criminosos e mesmo bastante ferido fugiu pelo mato e avisou a polícia.

Ao checar na Delegacia, antes de ser levado para o Presídio de Vitória da Conquista, Edmar, visivelmente nervoso, foi questionado pela equipe de reportagem do site Blitz Conquista e negou participação nos assassinatos. “Não mandei e nem participei”, disse. Sobre a afirmação dos executores Fábio de Jesus Santos e Adriano Silva dos Santos, que teria sido ele o mandante, o acusado também rechaçou. “Deixem falar”. Em relação se era mesmo pastor, Edmar ficou mais nervoso ainda com o repórter e disparou. “Acredite no que você quiser”.

O acusado foi preso logo de manhã na cidade de Floresta Azul, no sul da Bahia, após uma operação conjunta de policiais de Vitória da Conquista e Itapetinga. Ele estava escondido na casa de um outro homem que também disse ser pastor, esse que acabou detido. Marcilene e Ana Cristina foram mortas a golpes de pedra e a motivação, segundo a polícia, teria sido pelo fato na nova igreja da pastora ter atraído fieis do tempo comandado por Edmar. O marido de Marcilene, Carlos Eduardo, que era pra ser morto, mas conseguiu escapar, teve o rosto parcialmente desfigurado pelos socos e coronhadas que levara. (Por Ronildo Brito / Vídeo: Blitz Conquista)

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