Câmara Municipal também decreta luto oficial e cancela sessão pela morte de Dona Mariinha e Jota Pires

Câmara Municipal também decreta luto oficial e cancela sessão pela morte de Dona Mariinha e Jota Pires
24 maio 14:15 2017 Imprimir esta notícia

Com a morte da proprietária do Hospital Sobrasa, empresária Maria Santos Castro, a “Mariinha” e também com a morte do empresário teixeirense e 2º prefeito do município de Itanhém, João Farias Pires, o “Jota Pires”, a Prefeitura Municipal decretou luto oficial por três dias na cidade e a Câmara Municipal seguiu o mesmo critério e também decretou luto oficial nestes próximos três dias (24, 25 e 26/05), cancelando automaticamente a sessão ordinária que ocorreria às 09h desta quarta-feira (24) e todos os parlamentares foram comunicados da decisão ainda no dia anterior.

O ato foi do presidente da Câmara Municipal, vereador Agnaldo Teixeira Barbosa, o “Agnaldo da Saúde” (PR), através da Portaria nº 107/2017, considerando o profundo pesar de toda a sociedade regional pela perda de dois teixeirenses da maior importância social e de grande contribuição ao município durante os seus 32 anos de emancipação política e administrativa, na qualidade de pessoas que contribuíram com o desenvolvimento e com a ordem econômica da região.

Segundo o presidente do Poder Legislativo, vereador Agnaldo da Saúde, esta não foi a primeira vez e nem será a última que a Câmara Municipal de Teixeira de Freitas dará pausa em seus trabalhos políticos em respeito à memória de alguém que contribuiu com a história do seu território.

“Dona Mariinha foi a pioneira no setor de saúde e morreu cuidando da saúde das pessoas. Jota Pires foi um homem da maior importância para o crescimento da cidade. E cancelar nossos trabalhos políticos por hoje, é apenas um simples e singelo gesto muito aquém daquilo que eles mereciam como homenagem. Vivemos em um estado democrático de direito e o exercício da democracia é um ato de consciência e de vivência, exercido em coletividade ou na ação individual que às vezes é a exigência do exercício institucional. Ou seja, a democracia é a compreensão da obrigação que impõe o cargo público com todas as suas implicações”, destacou o presidente Agnaldo da Saúde. (Da redação TN)

  Categorias: