Co-Catedral de Caravelas emite nota sobre a acusação de estupro contra funcionário da Igreja

Co-Catedral de Caravelas emite nota sobre a acusação de estupro contra funcionário da Igreja
17 abril 20:07 2018 Imprimir esta notícia

Nesses últimos dias ganhou repercussão estadual um reportagem inicialmente publicada no G1 Bahia, acerca de uma acusação do suposto abuso sexual de um menino de 13 anos de idade, coroinha da Igreja Católica de Caravelas e nesta terça-feira, dia 17, a Có-Catedral Santo Antônio emitiu uma nota informando as providências sobre o caso. “A Co-Catedral Santo Antônio de Caravelas/BA, em resposta à matéria veiculada na imprensa regional, informa que a Igreja está colaborando com as investigações e cumprindo todas as recomendações feitas pelo delegado que está investigando o caso e ressalta ainda que a Paróquia tem total interesse na elucidação dos fatos.

E segue: “Ainda assim, é importante ressaltar que o acusado não tem vínculo sacerdotal com a Igreja. Embora seja funcionário da paróquia, o mesmo possui deficiência mental comprovada através de laudo médico e é contratado nesta modalidade para suprir uma exigência legal. No mesmo passo, informamos que o acusado, enquanto funcionário, sempre exerceu suas atividades de forma correta é irrepreensível, sendo que tão logo tivemos conhecimento da acusação o afastamos de suas atividades como ajudante na missa e nos colocamos à disposição das autoridades competentes para todo e qualquer esclarecimento”.

E completa” “O acusado não é líder religioso na Co-Catedral, exercia apenas e tão somente uma função de ajuda na missa, sem qualquer função de direção ou destaque. Refutamos com veemência qualquer atitude que viole leis, moral e os bons costumes.  Esperamos e desejamos que os fatos sejam esclarecidos e as medidas cabíveis sejam adotadas. Reforçamos nosso compromisso com a verdade e com a Justiça!”, assina a Co-Catedral Santo Antônio/Diocese de Teixeira de Freitas / Caravelas.

Segundo os levantamentos feitos pelo G1 Bahia, o menino de 13 anos foi diagnosticado com sífilis, doença sexualmente transmissível e o crime teria ocorrido dentro da Paróquia de Santo Antônio. O suspeito é Vitor Marques Daniel e de acordo com a polícia, exames constataram que ele tem sífilis, apesar dele negar que tenha estuprado a vítima.

Conforme a polícia, o adolescente, que fazia parte do grupo de coroinhas da Igreja desde abril de 2017, teria contraído a doença depois do suposto crime. Ele relatou à polícia ao menos cinco abusos praticados por Vítor. (Da redação TN)

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