Ex-mulher de traficante assassinado é presa com 14 quilos de maconha em Itamaraju

Ex-mulher de traficante assassinado é presa com 14 quilos de maconha em Itamaraju
16 fevereiro 02:07 2016 Imprimir esta notícia

Foi presa no início da noite desta segunda-feira, dia 15 de fevereiro, no Terminal Rodoviário de Itamaraju, Nínive Alves dos Santos, de 23 anos de idade, flagrada em posse de um carregamento de 14 quilos de maconha, em tabletes. A acusada e a droga foram encaminhadas inicialmente para a Delegacia da Polícia Civil de Itamaraju (DEPOL) e como a carceragem itamarajuense não possui celas para mulheres, Ninive acabou sendo recambiada para a sede da 8ª Coorpin, de onde deve ser levada para a ala feminina do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CPTF). Segundo informações levantadas pelos policiais do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO), responsáveis pela prisão, a droga veio de Eunápolis e seria distribuída em vários pontos de tráfico na cidade de Itamaraju.

ninived1Segundo informações da polícia, uma denúncia anônima chegou à central da 43ª Companhia Independente da Polícia Militar de Itamaraju (CIPM), onde o denunciante anônimo informou que uma mulher estaria desembarcando em Itamaraju com uma vasta quantidade de maconha.

De imediato os policiais armaram o cerco estrategicamente até que a suspeita desceu do ônibus. A mulher foi abordada e dentro da bolsa foram encontrados os vários tabletes do entorpecente. Questiona sobre o fato dela ser dona da droga a acusada negou e contou que entregaria o carregamento para uma pessoa que não não soube dizer o nome.

Ninive Alves dos Santos, de 23 anos, é ex-esposa do traficante Agnajan Bonfim Santos, o “Guina”, de 27 anos, morto com 7 tiros por volta das 19h30 de sexta-feira, dia 11 de julho de 2014, na rua Américo Guimarães, nº 7, bairro Santo Antônio do Monte, na região norte de Itamaraju, onde o casal residia. Na época intrigou a polícia o fato da residência, que possuía dispositivos de segurança, as câmeras de vigilância estarem desligadas. Até os dias atuais a autoria do assassinato de “Guina” continua desconhecida. (Por Tyago Ramos) 

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