Ibirapuã: Funcionário público que estava desaparecido é encontrado morto em plantação de eucalipto

Ibirapuã: Funcionário público que estava desaparecido é encontrado morto em plantação de eucalipto
14 setembro 10:33 2017 Imprimir esta notícia

O servidor público da Prefeitura de Ibirapuã, Carlos Paim, que estava desaparecido desde o fim da madrugada do último sábado, dia 9 de setembro, logo após participar da Festa do Vaqueiro, um tradicional evento festivo da cidade, foi encontrado morto nesta quarta-feira (13/09), no interior de uma plantação de eucalipto próxima ao Quilombo de Juazeiro, interior do município.

Primeiro a polícia obteve a informação que o veículo da vítima, um Fiat Palio, de cor branca, tinha sido visto em Juazeiro, sendo conduzido por um suspeito, que seria envolvido com o roubo de motos. Em posse dessa informação houve uma mobilização de policiais civis e militares, quando foi possível chegar a um indivíduo conhecido por “Negão” e o mesmo confessou que havia ajudado ao assassino a enterrar o corpo e apontou o local da cova rasa onde estava o cadáver.

Em depoimento à polícia “Negão” contou que o seu primo, Uécio Colatino Lima, já chegara em Juazeiro com Carlos Paim morto dentro do Palio e teria o ameaçado de morte caso o mesmo não o ajudasse a enterrar o corpo do funcionário público. “Negão” está preso, enquanto Uécio desapareceu do lugar.

Ainda nesta quarta-feira, dia 13, peritos do Departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas (DPT), foram ao local onde estava o corpo, fizeram a perícia e em seguida ao levantamento cadavérico da Polícia Civil, autorizaram a remoção ao IML para exames de necreopsia. Com base no depoimento de “Negão” foi possível constatar que Carlos Paim, que era mais conhecido como “Zezinho”, foi morto a pauladas, principalmente na cabeça.

A hipótese mais provável é que o servidor público tenha sido vítima de latrocínio, que roubo seguido de morte, apesar do delegado Gean Nascimento, titular de Ibirapuã e que está à frente das investigações, ainda não ter descartado qualquer outra possibilidade. (Por Ronildo Brito)

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