Infrator diz que após arrancar orelha da vítima, houve reunião com o “chefe” e o membro foi comido frito

Infrator diz que após arrancar orelha da vítima, houve reunião com o “chefe” e o membro foi comido frito
03 maio 10:16 2017 Imprimir esta notícia

Nesta terça-feira, dia 2 de maio, após um longo período de investigação, a Polícia Civil de Teixeira de Freitas, atualmente comandada pela delegada Valéria Chaves, coordenadora da 8ª Coorpin, deu por esclarecido o assassinato de Mauricio Souza dos Santos, fato ocorrido no início da madrugada do dia 24 de novembro de 2016, na residência da vítima, situada à Rua Brumado, nº 804, no Bairro Caminho do Mar II, região norte da cidade.

Segundo o delegado Manoel Andreeta, titular de Teixeira de Freitas e que comandou as investigações de campo, o assassinato foi praticado por Lucas Pereira de Lima, o “Luquinhas”, um infrator considerado de alta periculosidade e Leandro Poluceno Fernandes, o “Bagre”, contando com a participação de José Alan Silva Lima, Rivandeck Correia Pereira, Rodrigo Carvalho dos Santos, o “Rodrigo Caçador” e “Marcelo Braz Costa, o “Babão”.

mand2Ao apresentar o infrator à imprensa nesta terça-feira, dia 2, juntamente com uma espingarda calibre 12, arma usada no crime, a Polícia Civil deu detalhes sobre o depoimento do menor, que é considerada uma pessoa fria e perigosa.

Segundo depoimento do adolescente, após a execução de Maurício com o uso de dois revólveres calibre 38 e uma espingarda calibre 12, eles cortaram a orelha da vítima para mostrar ao “chefe” a conclusão do plano. Que durante a reunião do grupo, ao apresentarem a orelha para o “chefe”, disse o adolescente, eles reuniram-se para comemorar e depois comeram o membro. “Nós nos reunimos e para comemorar a morte dele [Maurício], fritamos e comemos a orelha dele”, contou o infrator, sem informar o nome desse suposto “chefe”.

A espingarda calibre 12, também conhecida como escopeta, considerada de grande poder destrutivo, já foi encaminhada ao Departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas (DPT), onde será examinada. A polícia desconfia que arma possa ter sido usada em outros assassinatos ocorridos na cidade, entre eles o que teve como vítima a jovem Daniele Fernandes Santos, fato ocorrido em 9 de junho de 2016, às margens do Rio Itanhém, aos fundos do Clube Floresta, região próxima ao perímetro urbano de Teixeira de Freitas. (Da redação TN)

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