Morador de rua é atacado a pedradas e acaba morrendo em Teixeira de Freitas

Morador de rua é atacado a pedradas e acaba morrendo em Teixeira de Freitas
29 dezembro 12:36 2013 Imprimir esta notícia

Esse mês de dezembro, principalmente após o período natalino, a região extremo sul vive um clima de violência nunca visto antes. E por volta das 23h deste sábado (28) mais um homicídio bárbaro aconteceu nas imediações do Mercado Caravelas, bairro Vila Vargas, na região central de Teixeira de Freitas, quando um morador de rua acabou morto a pedradas e os assassinos ainda completaram a execução arrancando o pênis da vítima, possivelmente fazendo o uso de uma faca do tipo peixeira.

Segundo uma testemunha que está tendo o seu nome mantido em sigilo por questão de segurança, três elementos chegaram e assassinaram o morador de rua fazendo o uso de paralelepípedos e na sequência promoveram a mutilação do corpo da vítima. Logo depois os assassinos deixaram tranquilamente o local.

Ainda na noite deste sábado, dia 28, essa testemunha foi ouvida pelo delegado Marco Antônio Neves, titular da Polícia Civil de Teixeira de Freitas. Foi apurado que o morador de rua era conhecido pelo apelido de Feijão com Arroz e atuava como guardador de carros na área do Mercado Caravelas.

Primeiro o crime foi comunicado à Polícia Militar através do telefone 190 e quando uma guarnição da 1ª CIA chegou ao lugar e constatou a veracidade da informação, os próprios militares avisaram a Polícia Civil e ao Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Após a perícia de local a cargo dos peritos Manuel Garrido e Pablo Bonjardim, do DPT de Teixeira de Freitas, o corpo foi encaminhado ao IML para exames de necropsia. O próprio delegado Marco Antônio instaurou um inquérito policial para apurar autoria da barbarie.

A testemunha que já foi ouvida pela polícia e que também seria morador de rua, informou que um dos assassinos perguntou à vítima, sobre os motivos que o levaram a estuprar ou tentado estuprar uma filha sua. Essa informação reforça a hipótese de vingança, apesar das investigações ainda estarem na fase inicial. (Por Ronildo Brito e Tyago Ramos)

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