No tórax: Policial Molendof diz que tiro que atingiu seu tórax saiu da sua própria arma

No tórax: Policial Molendof diz que tiro que atingiu seu tórax saiu da sua própria arma
25 janeiro 20:54 2017 Imprimir esta notícia

Na noite desta terça-feira, dia 24 de janeiro, por volta das 22h30, o policial civil Urandes Molendof de Souza, foi baleado dentro de sua residência no bairro Nova Teixeira. Ele era lotado na 8ª Coorpin e ultimamente vinha trabalhando em Medeiros Neto

O tiro acertou o tórax do agente e o projétil transfixou nas costas.

Logo após ser atingido o policial foi socorrido ao Hospital Municipal de Teixeira de Freitas (HMTF), onde acabou indo direto para o centro cirúrgico.

Nesta quarta-feira, dia 25 de janeiro, Molendof, consegui falar com a equipe médica e para outros policiais civis que foram designados para investigar o caso, que o tiro que lhe acertou partiu acidentalmente de sua própria arma.

As razões do incidente ainda estão sendo investigadas, mas, a polícia descartou qualquer tentativa de atentado contra a vida do investigador, que após o disparo, correu para fora de sua residência para pedir socorro e foi socorrido por um vizinho. “Eu estava no banheiro, ouvi um barulho, peguei a arma, escorreguei, caindo por cima da arma e ela disparou. Ainda lúcido, corri para pedir socorro”, explicou.

Ainda segundo Molendorf, na queda, ele ficou desorientado e chegou a pensar que alguém teria atirado nele. “Eu corri e ainda disse ao meu vizinho que alguém havia atirado em mim, mas, o tiro saiu da minha própria arma. Felizmente nada demais aconteceu, estou bem, estou em recuperação. Agradeço ao apoio de todos, a assistência dos meus colegas policiais civis e militares e a todos que se preocuparam comigo”, disse.

Passado

Em março de 2016, o investigador Urandes Molendorf, durante sua folga, foi flagrado no município capixaba de Pinheiros, escoltando um caminhão caçamba furtado na Bahia. Na ocasião, o investigador e outros dois acusados foram presos pela Polícia Militar do Espírito Santo.

O caso ganhou repercussão à época e o investigador foi encaminhado para a Corregedoria da Polícia Civil (Correpol), em Salvador, onde ainda responde a um processo administrativo. (Da redação TN)

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