Planserv esclarece dúvidas de servidores do Poder Judiciário baiano

Planserv esclarece dúvidas de servidores  do Poder Judiciário baiano
Encontro com sindicalistas no Sinpojud
31 janeiro 10:12 2018 Imprimir esta notícia

A coordenadora geral do Planserv, Cristina Cardoso, esclareceu dúvidas de servidores na sede do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sinpojud-BA) na sede da entidade. No encontro, a gestora negou a privatização da Assistência e outras informações falsas que começaram a circular desde o anúncio da contratação de uma empresa contratada para aprimorar a gestão do plano. “Caminhamos no sentido contrário aos boatos, visando fortalecer a gestão e melhorar o atendimento aos beneficiários”, assegurou.

A gestora explicou que atividades “meio” como auditoria e call center já eram prestados ao Planserv por outras empresas. A partir da contratação da Qualidade, que venceu a licitação do ano passado, os processos foram reunidos em uma única empresa, a fim de integrar todo o atendimento, desde o cadastro do novo beneficiário até o pagamento das faturas que chegam dos prestadores para o Planserv.

“Estamos fazendo tudo o que podemos para oferecer o melhor aos nossos beneficiários, mas se tem gente se especializando em gestão de planos de saúde que pode trazer o que há de mais novo e eficiente, nós temos que buscar e é isso o que estamos fazendo”, enfatizou Cristina Cardoso.

Ao responder sobre dificuldades para agendamento de consultas e exames, a gestora explicou que o pedido de autorização para agendamento de consultas e exames passou a ser exigido para controlar desperdícios. “Algumas clínicas estavam orientando os beneficiários a irem para uma primeira consulta já em jejum para realizarem exames desnecessários, apenas para aumentar o faturamento”, exemplificou.

Sobre a negativa de alguns exames, ela explicou que existem prazos mínimos para repetição de alguns procedimentos baseados em evidências científicas e estudos médicos. Contudo, quando há a necessidade de um acompanhamento mais rigoroso, em casos específicos, a primeira negativa automática do sistema deve ser entendida pelo beneficiário, na verdade, como um pedido de justificativa. “É preciso que o médico informe porque está pedindo um novo exame em tão pouco tempo. Se houver uma necessidade real, o exame é autorizado”, pontuou. (Da redação TN)

 

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