Polícia diz que mulher mentiu sobre rapto do filho após parto falso em Teixeira de Freitas

Polícia diz que mulher mentiu sobre rapto do filho após parto falso em Teixeira de Freitas
Delegada Valéria Chaves, coordenadora da 8ª Coorpin, ouviu a acusada
09 agosto 23:51 2017 Imprimir esta notícia

Na tarde desta quarta-feira, dia 9 de agosto, a delegada Valéria Chaves, coordenadora da 8ª Coorpin, confirmou que Maria Aparecida Silva Jardim, de 34 anos, mentiu ao procurar a polícia e comunicar o rapto do filho logo após dá à luz em Teixeira de Freitas. Segundo Chaves, a mulher inventou o falso rapto para tentar manter o relacionamento com seu atual companheiro, já que manteve uma gravidez simulada nos últimos 9 meses.

De acordo com as investigações, Maria Aparecida ficou grávida do marido no final de 2016 e no quinto mês de gestação, teve um desentendimento e terminou separando-se dele. Dias depois, contou a própria mulher, ele tomou medicação (Citotec) e conseguiu abortar.

O problema é que semanas após o aborto, Maria Aparecida Silva Jardim, de 34 anos, reatou a relação com o companheiro e temendo perde-lo novamente, fingiu que continuava grávida, culminando com a simulação do parto e rapto do recém-nascido, que na verdade nunca existiu, para tentar justificar a estória que inventou.

Após procurar a 8ª Coorpin nesta última terça-feira, dia 8 de agosto, onde estava de plantão o delegado Júlio César Telles, Maria Aparecida foi levada à Unidade Municipal Materno Infantil (UMMI), onde recebeu atendimento médico. Nesta quarta-feira (9), a pedido da própria polícia, os médicos realizaram exames específicos, inclusive de sangue, comprovando que a mulher não esteve grávida nos últimos meses.

Descoberta a farsa, Maria Aparecida Silva Jardim, de 34 anos, foi convocada a prestar depoimento à delegada Valéria Chaves, quando admitiu a mentira. Apresentando quadro de um suposto desequilíbrio psicológico a acusada foi liberada, mas pode responder à justiça por falso comunicado de crime. (Da redação TN)

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