Porto Seguro: Galo destaca importância da 5ª Jornada de Agroecologia da Bahia

Porto Seguro: Galo destaca importância da 5ª Jornada de Agroecologia da Bahia
23 abril 10:46 2017 Imprimir esta notícia

Presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) destacou a importância da 5ª Jornada de Agroecologia da Bahia, realizada entre os dias 19 e 23 de abril, em Porto Seguro, como forma de articulação, divulgação, debates, e reflexões sobre a agroecologia no Estado “e também de defesa da produção de alimentos livres de venenos e de respeito ao território e a identidade sociocultural das comunidades que neles habitam”.

Autor dos projetos de Lei que institui a Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica e que propõe a Política Estadual de Incentivo à formação de Bancos Comunitários de Sementes e Mudas de Variedades e Cultivares Locais, Tradicionais ou Crioulos, ambos em tramitação na Assembleia Legislativa, Galo elogiou os movimentos sociais Teia dos Povos, o Movimento dos Trabalhadores, Assentados, Acampados e Quilombolas da Bahia (CETA) e outros pela articulação e atuação à frente do evento que contou ainda com a 9ª edição dos Jogos Indígenas Pataxó 2017 e com a Feira de Economia dos Povos: Sementes crioulas, artesanatos, produtos orgânicos.

“Foi um prazer participar deste encontro, que é fundamental para a Bahia, onde pudemos debater também os principais pontos de nossos projetos de lei. De modo que é um evento exemplar e muito importante, pois fortalece a articulação de todos aqueles que defendem e lutam pelas soberanias alimentar, territorial e popular, com alimentos livres de veneno, sem agrotóxicos”, enfatizou o parlamentar, que é engenheiro agrônomo.

Durante a V Jornada de Agroecologia da Bahia foram realizadas plenárias, rodas de conversa, espaço auto-organizado de mulheres, oficinas praticas, troca de sementes crioulas, mostra de filmes, atividades culturais, ciranda infantil, cortejo e demais espaços para o debate e compreensão horizontal sobre o tema “Terra e território: natureza, educação e Bem Viver”. Também participaram da jornada Povos Indígenas, Quilombolas, Sem Terra, Estudantes, Agricultores, Pescadores, Marisqueiras, professores, pesquisadores, estudantes e interessados na defesa da agroecologia na Bahia. (Da redação TN)

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