PRE atesta regularidade na detenção de motorista capixaba com mandado de prisão

PRE atesta regularidade na detenção de motorista capixaba com mandado de prisão
28 janeiro 17:52 2016 Imprimir esta notícia

Referente reportagem sob o título “Advogado refuta ação da PRE que culminou na prisão de motorista capixaba na BA-290”, publicada por este portal de notícias, na qualidade de comandante do Pelotão da Polícia Rodoviária Estadual, com sede em Teixeira de Freitas, esclareço que o advogado JarihMitri El Ferzoli, que defende os interesses de Helbert Marcos de Jesus, falta com a verdade quando diz que o cliente dele foi agredido durante abordagem ocorrida no dia 18 de janeiro, na rodovia BA-290, em trecho que liga Medeiros Neto à Itanhém.

Como não houve reação contrária à abordagem em nenhum momento os policiais se viram na necessidade de fazer uso da força, como registrado em documento de Condução de Pessoas da Delegacia da Polícia Civil de Teixeira de Freitas, cujo protocolo é 0932016000560.

O documento do veículo apresentado no momento da abordagem era do exercício de 2014 e a carteira de habilitação estava vencida desde 10 de junho do ano passado (fotos anexas). Em razão disso o veículo Saveiro, cor branca, placa PVF-5470, licenciada em Belo Horizonte, foi apreendido. O cliente do advogado, entretanto,foi conduzido à delegacia em razão de os policiais haver encontrado em desfavor dele, no Conselho Nacional de Justiça, mandado de prisão em aberto (documento anexo).

O advogado diz na nota que havia um mandado de prisão, oriundo da 20ª vara criminal da comarca de Barra Funda, contra o suposto acusado, o qual, segundo o advogado, responde por associação e lavagem de dinheiro. Foi exatamente a existência desse mandado de prisão que fez com que o acusado fosse conduzido, uma vez que, no Banco Nacional de Mandados de Prisãoeste documento tem validade até o ano de 2029. E, mais uma vez, o advogado falta com a verdade, pois o cliente dele, de acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça, responde por tráfico de drogas e não por lavagem de dinheiro, o qual, juntamente com Antônio Carlos da Silva, “é acusado de fazer parte de uma organização criminosa fortemente aparelhada” (documento anexo).

ademirdO advogado diz ainda na nota que o comandante do pelotão da PRE “é sensacionalista”, “que tentou se promover em torno do caso” e que “fez representação contra os policiais que participaram da abordagem”.

Sobre isso é importante registrar que o trabalho da polícia é voltado para proteger a sociedade e que houve uma denúncia à PRE dando conta de que o cidadão em questão estaria em atitude suspeita. É importante registrar ainda que os policiais que, diuturnamente, patrulham as estradas para coibir a criminalidade, não vão jamais se intimidar com questionamentos levianos e ameaças de representações infundadas.

Assim, solicito às V. Senhorias a devida publicação.

Teixeira de Freitas, 27 de janeiro de 2016.

Ademir do Nascimento Barbosa da Silva

Comandante

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