Secretaria de Educação de Alcobaça atribui desabamento de escola às chuvas que não existiram

Secretaria de Educação de Alcobaça atribui desabamento de escola às chuvas que não existiram
03 junho 16:58 2016 Imprimir esta notícia

Usando imagens creditadas ao Teixeira News, o Portal G1/Bahia, deu destaque estadual ao desabamento parcial da Escola Municipal Cecília Caíres, onde estudam 120 alunos do ensino fundamental no povoado de Canta Galo, interior de Alcobaça. Segundo as explicações da Secretaria de Educação do município, “parte de uma parede caiu e o telhado também desabou, após fortes chuvas na região.

O problema é que estamos no período do inverno, época em que as chuvas são fracas e para complicar ainda mais a versão, quem mora na região não acompanhou esse período chuvoso alegando pela autarquia da Prefeitura, sem falar que o extremo sul passa por um dos períodos mais secos de sua história, com rios e nascentes secando.

telhadAinda de acordo com o órgão o desabamento ocorreu na sala da coordenação pedagógica, que estava vazia, não ferindo ninguém. A Secretaria Municipal de Educação também informou ao G1, que as aulas foram mantidas na Escola Municipal Cecília Caíres após o desabamento e uma equipe da prefeitura foi ao local avaliar a situação.

Essa não é a primeira vez que o telhado de uma escola desaba em Alcobaça, Em novembro de 2013, desta vez durante um período chuvoso, o telhado de uma escola no Distrito de São José, também caiu, ferindo cinco alunos, sendo três sem gravidade e dois que precisaram ser internados no único hospital do município.

Telhado de escola já havia desabado em São José, ferindo alunos

Telhado de escola já havia desabado em São José, ferindo cinco alunos

No último dia 4 de março, um ônibus que transportava 28 alunos e duas professoras do povoado de Taquari e que pertenciaria a um vereador, se envolveu em um acidente na BA-001, a mesma que liga Alcobaça a Caravelas. Com o acidente vários estudante se feriram levemente, enquanto dois, sendo um menino de 11 anos, que sofreu traumatismo craniano e uma adolescente de 16 anos, que teve uma fratura grave em um dos braços. Os dois recuperam-se após dias internados no Hospital Municipal de Teixeira de Freitas. (Por Ronildo Brito)

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