“Teixeira em Paz”: Mais um procurado se entrega à polícia de Teixeira de Freitas

“Teixeira em Paz”: Mais um procurado se entrega à polícia de Teixeira de Freitas
Polícia diz que Rodrigo pilotava moto durante as execuções l Foto: Edvaldo Alves/LN
07 agosto 10:31 2018 Imprimir esta notícia

Rodrigo Oliveira Costa, de 19 anos de idade, que estava com mandado de prisão em aberto por acusação de participação em um homicídio consumado e três tentados, apresentou-se espontaneamente à 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas, nesta segunda-feira, dia 6 de agosto.

Ele chegou à sede regional da Polícia Civil acompanhado de um advogado e durante seu depoimento confessou ter participado do assassinato de Walas de Jesus Santos e dos homicídios tentados de Mateus Jesus dos Santos, Carlos André Neres Pereira e Paulo Costa Pereira, na noite do último dia 6 de junho, por volta das 20h, num estabelecimento comercial denominado de “Bar das Coleguinhas”, localizado no bairro Liberdade II, na região sul de Teixeira de Freitas.

Segundo a polícia, Rodrigo é integrante de um bando criminoso comandando por Roberto Ribeiro dos Santos, o “Beto Carroceiro”, que mesmo estando custodiado no presídio baiano de Serrinha, vinha ordenando execuções em Teixeira de Freitas. A sogra, a esposa e os dois cunhados do criminoso também estão presos por força de mandados de prisão da Justiça. As prisões foram solicitadas pela polícia durante a operação “Teixeira em Paz”, que freou os assassinatos que vinham ocorrendo quase que diariamente em Teixeira de Freitas.

Após ser ouvido pelos delegados Manoel Andreeta e Bruno Ferrari, ambos do Núcleo de Homicídio e Tráfico (NHT), Rodrigo Oliveira Costa, de 19 anos, foi levado à carceragem da 8ª Coorpin, mas a expectativa é que o mesmo seja transferido nos próximos dias ao Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CPTF), onde deve permanecer à disposição da Justiça.

A função principal de Rodrigo, segundo as investigações da polícia, era levantar os nomes e os endereços dos rivais de “Beto Carroceiro” no tráfico de drogas e depois pilotar uma motocicleta para que o carona efetuasse os disparos nas vítimas. (Da redação)

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