Polícia Civil segue ouvindo testemunhas do assassinato de Vitor Aguiar

Polícia Civil segue ouvindo testemunhas do assassinato de Vitor Aguiar
21 dezembro 21:22 2015 Imprimir esta notícia

Algumas pessoas que estavam no churrasco com o empresário Vitor Aguiar, na madrugada do último sábado (19), no momento em que ele foi baleado e morto, foram ouvidas durante o final de semana e mais duas testemunhas prestaram depoimento ao delegado Marcus Vinícius, coordenador regional da 8ª Coorpin, na tarde desta segunda-feira, dia 21.

Os nomes não podem ser divulgados, mas o Teixeira News apurou que as novas pessoas ouvidas são um jovem e uma jovem, que estavam na confraternização e um deles, prestou socorro ao empresário no momento que ele foi socorrido ao Hospital Sobrasa, onde acabou morrendo pouco tempo depois. Até mesmo as testemunhas que já prestaram depoimento, podem ser novamente convocadas a depor.

Relembre o caso

vitord5O crime aconteceu no início da madrugada do último sábado, dia 19 de dezembro, quando o jovem empresário Vitor Aguiar Antônio, de 30 anos, dono da Concessionária Hyundai de Teixeira de Freitas, recebia alguns amigos numa de suas casas que fica na divisa entre os bairros Kaikan e Universitário, e foi alvejado com um tiro de revólver calibre 38, disparado pelo lado de fora de um dos portões do imóvel. O assassino, que teria chegado numa moto, efetuou um disparo contra o portão e como o mesmo estava logo atrás da estrutura, acabou atingido.

As circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas, mas sabe-se que Vitor, integrante de uma das famílias mais tradicionais de Teixeira de Freitas, assim que foi alvejado, acabou socorrido ao Hospital Sobrasa e mesmo diante dos procedimentos médicos de praxe, acabou não resistindo e veio a óbito pouco tempo depois.

As investigações

vitord3Ainda no sábado, dia 19, o delegado Marcus Vinícius, coordenador da 8ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), disse ao Jornal Correio que existiam duas linhas de investigação do caso. A primeira era uma briga familiar com o pai da vítima e a segunda levava em conta um conflito com outra pessoa, que ainda não teve o nome divulgado, de quem Victor teria recebido ameaças. (Por Ronildo Brito)

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