Por telefone, bombeiro ajuda a salvar bebê engasgado com leite em Teixeira de Freitas

Por telefone, bombeiro ajuda a salvar bebê engasgado com leite em Teixeira de Freitas
17 dezembro 17:24 2015 Imprimir esta notícia

Um bebê de dois meses foi salvo por meio de um telefonema após ter se engasgado com o leite materno em Teixeira de Freitas. Os pais da criança ligaram para o Corpo de Bombeiros e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que conseguiram orientá-los a realizar os procedimentos para que o pequeno Miguel recuperasse a respiração.

O caso aconteceu no dia 26 de novembro. A mãe do bebê, a assistente administrativa Crislane Domingos da Silva, conta que ficou nervosa quando percebeu que o filho não estava respirando normalmente, logo após ter amamentado a criança. “Ele não tava tossindo, estava muito quieto, sem chorar”, relata. Ela, então, ligou para os bombeiros e foi passando a orientação para o marido para executar o salvamento.

“Meu marido foi fazendo e, graças a Deus, ele voltou ao normal”, relembra. Primeiro, o bombeiro orientou que a criança fosse colocada de barriga para baixo e que fossem dados três tapinhas nas costas para que recuperasse a respiração. “Mas ainda assim não estava resolvendo. Ele [bombeiro], então, pediu para forçar a respiração e meu marido chupou o nariz dele pela boca”, diz.

Crislane, então, ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que deu a mesma orientação. Foi quando a criança começou a se recuperar. “Não precisou que o Samu viesse”, lembra a mãe. Depois do susto, a criança começou a tossir e chorar, normalizando a respiração.

A mãe levou o bebê ao médico depois do engasgo, mas constatou que a saúde dele estava normal. “A médica me orientou que não era refluxo e não era nada. Ela me orientou a dar leite em pouco tempo e com pouca quantidade. Eu estava amamentando muito”, diz Crislane.

O bombeiro que realizou o atendimento por telefone, Jony Luis Amorim, foi conhecer o bebê depois do salvamento.

Ele diz que esse tipo de emergência não é comum. “Não acontece com frequência, apesar de ter possibilidade. A gente tenta orientar o máximo que a gente consegue, antes da chegada do socorro”, conta.

Jony também afirma que foi importante ter acalmado a mãe da criança por telefone para que o salvamento fosse executado corretamente.

“Quando é criança de dois meses, orientamos a colocar de barriga para baixo e dar três tapinhas nas costas para que venha a tossir ou até um vomito se for o caso. Depois, o procedimento é fazer boca a boca e massagem cardiorrespiratória”, explica. (Informações: G1 / Imagens: Reprodução/TV Bahia)

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