Resgate de R$ 300 mil: Sequestro da família de Chico Giló repercute em nível estadual

Resgate de R$ 300 mil: Sequestro da família de Chico Giló repercute em nível estadual
Família descansava no Prado, cidade onde aconteceu o sequestro
09 janeiro 10:36 2019 Imprimir esta notícia

Na tarde desta terça-feira, dia 8 de janeiro, os maiores veículos de comunicação da Bahia, a exemplo do G1, A Tarde e Jornal Correio, deram destaque ao caso de sequestro ocorrido em Prado envolvendo familiares do vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Itamaraju, Francisco das Chagas Feitosa Giló ‘Chico Giló’ (PSD).

O Jornal Correio, por exemplo, trouxe um fato novo ao informar que o sequestro envolveu nove pessoas da família do político e o caseiro do imóvel de veraneio localizado na região central do Prado.

Reportagem do Correio

Nove pessoas de uma mesma família e um caseiro foram libertados de um sequestro, sem ferimentos, na noite desta segunda-feira (7), em Prado, no Extremo Sul da Bahia. Eles ficaram cerca de um dia em cativeiro e uma das vítimas, um empresário, precisou pagar R$ 300 mil em troca da liberdade de todos.

As vítimas são cinco crianças e cinco adultos. Até o final da tarde desta terça-feira (8), ninguém havia sido preso. A polícia ainda tenta descobrir a localização do cativeiro.

Segundo a Polícia Civil, o valor pago aos bandidos foi informado pelo próprio empresário, que possui uma casa de shows e é filho de um vereador de Itamaraju, cidade vizinha. Há suspeita de que ele também atuava com o jogo do bicho, mas a polícia não confirma a informação.

A família estava em casa, em um bairro nobre de Prado, quando foi surpreendida com a invasão de seis bandidos armados. Eles conseguiram invadir o imóvel após render um dos moradores. Todos foram vendados e levados ao cativeiro em dois veículos.

Depois de manter as vítimas como reféns, os bandidos elegeram o empresário como a pessoa que ficaria responsável por pegar o dinheiro para fazer o pagamento do resgate. Ele foi liberado para pegar o dinheiro na manhã de segunda, quando comunicou o fato à polícia. No entanto, por precaução, ele solicitou que não fossem feitas intervenções.

“O empresário quis manter a segurança da sua família, por isso preferiu que a polícia não monitorasse o pagamento do resgate. Por enquanto, temos poucas informações sobre os bandidos, as pessoas estão em choque e ainda vão prestar depoimentos”, disse o delegado Robério Faria, da 8ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin). (Da redação TN)

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